Ribbons - O que você deve saber?!
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Todo mundo sabe que quando
o assunto é identificação de dados, dentro do universo da automação, as
fitas de transferência térmicas – TTR (Thermal Tranfer Ribbon) ou,
simplesmente, ribbons – são um insumo fundamental para a impressão de código
de barras. A escolha da formulação mais adequada ao tipo de aplicação é
condição indiscutível. A fita de transferência térmica é uma película
plástica revestida de cera, resina ou, ainda, uma combinação das duas,
também chamada de mista, cada uma indicada para um tipo de aplicação. As de
cera, para impressão sobre papel, são indicadas em caso de soluções de
identificação que não requerem alta resistência. As de resina, aplicadas em
filmes (polipropileno, poliéster, polietileno etc.), são próprias para
materiais sujeitos a atrito, variação de temperatura ou abrasão. Já as
mistas, impressas tanto sobre papel como sobre filme, são indicadas para
soluções que necessitam de um pouco mais de resistência. As que utilizam as
de cera, se aplicam a etiquetas e embalagens de produtos que não estejam
sujeitos a atrito ou contato com produtos químicos, como por exemplo, caixa
de sapato e etiquetas de roupa. Cera-resina fica por conta do valor agregado
do produto e de como é feita a identificação. As de alta resistência, as de
resina, servem para a identificação de latas de tintas, solventes, bateria
de celular, ou outros produtos cuja identificação tenha que durar por um
longo tempo, como é o caso dos eletrodomésticos, por exemplo. A ribbon de
cera é a mais barata. Formulações: Existem várias formulações de ribbons,
que determinam a qualidade do resultado e atendem aos diferentes tipos de
aplicação. Ou seja, não se trata propriamente de maior ou de menor qualidade
de determinada fita, mas do seu desempenho levando em conta vários fatores,
como superfície em que vai ser feita a impressão, o tipo de impressora
utilizada e a finalidade da identificação que está sendo impressa. Em
impressão de cera, vale ressaltar, também, que o papel ideal para essa
aplicação é o de transferência térmica, mas no Brasil o que vem sendo
utilizado largamente é o couché. Se o papel for mais poroso, deve ser usado
uma cera mais mole, se for bem liso, usa-se uma cera mais dura. O papel pode
ter uma aparência lisa, mas ainda assim conter poros. Nesse caso a cera será
fixada por absorção. Se ele for absolutamente liso, sem porosidade, a
impressão se dará por simples fixação na superfície. Portanto qualquer
utilização sem atenção quanto a esse aspecto certamente comprometerá o
resultado final. Hoje estão sendo utilizados papéis de 75 gramas e até 70
gramas. Isso também acaba causando problemas no resultado. Uso Incorreto:
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